Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
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Pombo Gira e o Corpo Imóvel
Gosto de substituir a palavra gira por dança, porque simplesmente dançar é uma expressão de vida. Corpo parado é corpo morto.
Mas há Corpos mortos andando por aí, respirando, comendo, dormindo…
Um corpo que gira, um corpo que dança, esse sim vive.
Recentemente me senti angustiada e sem conseguir lidar com minhas aflições. Estava em busca do Silêncio. O procurava para que ele me fizesse voltar ao meu local centrado.
Me tirasse de um caos que sentia.
E quanto mais eu buscava por silêncio, mais barulho eu fazia.
Me vi gritando ao vento, pedindo silêncio.
Uma inconsistência é claro, mas na hora não percebi esse fato.
Às vezes a gente demora a perceber as próprias inconsistências mesmo.
Mais tarde, ao me perceber caótica, tentava desesperadamente deixar as coisas em ordem.
Uma ordem prostrada, linear e angulosa.
Uma clara tentativa de encaixotar os desconfortos.
Me sentia girando.
E nesse giro/dança esbarrava em muitos objetos e os derrubava ao meu redor.
Em certo momento, isso também se tornou mais ruído, ocupando mais espaço e mais obstáculos em minha busca pelo silêncio.
Estava me sentindo um vulcão saindo de sua dormência.
E eu estava na etapa onde as rochas já estão rolando pela encosta.
Em meio a este tateio por respiro, lava e pressão, um Diamante em forma de música me disse:
"Deus sabe que não está morto um corpo que rodopia".
Instantaneamente me percebi neste lugar de estar girando/dançando.
Dançando a dança de Pomba Gira.
A Dança da encruza, da sinuosidade e da flexibilidade.
Dançando, porque estou viva.
Porque não há como dançar a dança de Pombo Gira, estando imóvel.
Pois tudo que para, apodrece, definha, perde o brilho… a morte não é deixar, é parar.
Todos que já “viram” uma “gira/dança” sabem que alí está acontecendo a dança da vida…
Então, Salve Maria Quitéria das 7 Covas, que não me deixa esmorecer.
Que me mantém dançando e ultrapassando os obstáculos derrubados em minha dança/gira da vida.
O silêncio faz parte, e o caos também.
Trilhar o caminho do caos e abraçar o silêncio é difícil.
Escolher dançar e derrubar objetos da prateleira também.
Porém Quitéria sempre diz:
“No fundo da cova eu espero quem chega.
São 7 covas para chegar ao meu lugar, e nenhuma para sair.”
Esta frase sempre me impacta.
E hoje eu entendo o que significa.
Por 7 eu passei e finalmente saí.
Eu, ela e meu amigo Silêncio.
Para iniciar uma nova dança é claro, porque um corpo que dança, vive.
Se quiser, escute a música aqui
Em nossa Casa buscamos nos manter fiéis às Leis e Fundamentos da UMBANDA como passada, ensinada e praticada por seus Dirigentes Espirituais. O C.E.U.P.T.C.I. tem por missão o desenvolvimento e estudo das potencialidades humanas de seus praticantes e frequentadores. Com uma visão filosófica voltada à prática da vida e suas relações, o CEUPTCI, promove encontros públicos e privados além de vivências pautadas em uma visão espiritual!
Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
Caminho por Cocal do Sul, virando a direita na XIII cruz, em direção ao Rio Perso.
Passando pela Substação de energia e a Igreja Nossa Senhora da Saúde.
Permanecer na SC 445 em direção a Siderópolis
Lembre-se que aqui é um ambiente religioso, por isso pedimos que use roupas que estejam
condizentes com o local. Evite conversas durante a sessão, lembre-se do propósito do
ambiente e mantenha a concentração, reze.
Evite: decotes, transparências, roupas curtas,
shorts (mulher) e bermudas (homens).
Para que você se sinta mais seguro, separamos algumas dúvidas que são muito frequentes nos terreiros de Umbanda. Se você não nos conhece, você pode conferir abaixo como funciona aqui no CEUPTCI.
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